Não poderia deixar passar a data de ontem em branco. Sim, é uma data comercial, sim todo dia é dia dos pais e bla bla bla, mas já que a data existe, quero fazer jus à ela.

Eu perdi meu pai aos quinze anos e claro que foi muito sofrido para mim, mas lembro dele com um amor incondicional, especial e não poderia ser diferente.

Aproveitando a data, algo que eu sempre pensei era sobre o dia que eu casasse com quem eu entraria na igreja, e me apareceram em mente três fortes candidatos, mas hoje em dia penso diferente. Embora eu tenha muito carinho por esses candidatos, eu entraria sozinha, dignamente. Acho o máximo.

Acho sinal de força, de independência e uma maneira de demonstrar o quanto a figura de um “pai” é importante e até de homenageá-lo como alguém que jamais poderia ser substituído.

Esse é o meu caso, mas seja lá qual for o seu e se por algum motivo você não entrará com seu pai e está na dúvida se entra sozinha ou não, pense que entrar sozinha também pode ter uma simbologia incrível, não é feio, não é deselegante, não é trisre nem nada, pelo contrário, pode despertar em quem está ali, fortes emoções.

PS: A foto do post é da Marcia Charnizon, fotógrafa muito talentosa que eu paquero as fotos há tempos.