O que não fazer em uma festa de casamento.

Permitam que eu me apresente!

“Claudia Keller, quase 29 anos falta pouco mais de 1 mês, casada em 25 de setembro de 2010 depois de namorar por longos 6 anos (e continuo somente Claudia Keller pois tomei a decisão de continuar com meu nome de solteira).”

Apresentação devidamente feita, hoje vou contar sobre a história da minha festa de casamento.

Quando eu e meu marido decidimos nos casar, não tínhamos ideia do quanto esse “assunto de festa” poderia tirar um casal harmonioso, e convicto de suas decisões, do sério.

Eu fiquei incumbida (por minha própria decisão, diga-se de passagem) de pesquisar tudo relativo ao casamento.

Pesquisei salões, buffets, decoração, bem-casados, DJ, bar de caipirinha, iluminação, enfim, fiz um apanhado de tudo, relacionei o custo benefício numa planilha, apresentei para o marido (naquela época noivo) e começamos as visitas, degustações, trocas de e-mails até encontrar o lugar que EU amei e o marido concordou em fazermos a nossa festa.

Tudo saiu perfeito. Não tínhamos indicação de ninguém, apenas seguimos nosso instinto e acreditamos no profissionalismo dos envolvidos.

Porém, se eu fosse casar novamente claro que com o mesmo marido eu mudaria algumas coisas, e manteria outras.

O que mudaria?

Contratei uma festa para 240 pessoas (convidei 260 e foram 203) – se fosse hoje, faria uma festa bem mais enxuta, somente com pessoas especiais e que, de uma forma especial, fizeram parte da nossa história.

Usei o bolo fake do buffet e contratei somente o serviço de bolo como sobremesa – apesar de o bolo que escolhemos para ser servido como sobremesa estar delicioso, o bolo fake é MUITO fake (entende?) e, além disso, esqueci de fazer o topo do bolo, ficou pior ainda. Fingir cortar um bolo de mentira para tirar foto é muito constrangedor, acredite!

Distribuí acessórios de pista (máscaras, pulseiras de neon e colares que piscam) – como todos os casamentos que eu tinha ido distribuíam esses acessórios eu acabei comprando para o meu também (meio a contragosto, confesso), mas eu me arrependi. Acaba virando uma correria porque todo mundo quer pegar, tem gente que quer pegar tudo pra si e outros acabam ficando sem nada.

O que não mudaria por nada?

Bar de caipirinhas – contratei uma equipe maravilhosa que todos os convidados amaram e que deixou minha festa completa!

Apenas coquetel com finger foods – como eu e meu marido queríamos uma festa mais despojada (e também pela quantidade de convidados), contratamos apenas o serviço de coquetel com finger foods e foi ótimo! Todos saíram da festa satisfeitos e não tivemos nenhuma reclamação.

Retrospectiva de fotos – em vez de fazermos aquela retrospectiva usual, em que a festa inteira para só para olhar o telão, contratamos uma tela de LCD de algumas polegadas (não me recordo quantas, mas era grande), meu marido fez uma apresentação com fotos nossas, de amigos e família e essa apresentação ficou passando por todo o período da festa. Foi ótimo, cada um parava em um momento para olhar, achei muito bom!

Algo que merece atenção especial: Não abra mão de uma ótima equipe de foto e filmagem para registrar cada momento desse dia tão especial! Esse item é tão importante quanto a presença dos noivos. Hoje em dia temos muitas empresas que fazem esse tipo de trabalho lindamente. Você vai conseguir ver detalhes do seu casamento que não conseguiu ver no dia.

Mas… Cada caso é um caso, cada casamento é um casamento.

Pesquise sempre os seus fornecedores, contrate os quais você sinta mais confiança, siga seus instintos e, mesmo que você tenha vontade de sair correndo nunca, jamais, perca a calma.

A dica mais preciosa é que você faça do seu casamento um momento especial na sua vida, aproveite cada segundo, da preparação até o grande dia, pois com certeza será um momento que vai ser lembrado e relembrado muitas e muitas vezes!